sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

IFES 3D



Portaria Principal - IFES  ( em 3D )
Entrada da Av. Vitória - Jucutuquara



Pátio Interno de Acesso a portaria principal ( saída )  ( em 3D )


Considerando a importância da Instituição de Ensino como uma das mais conceituadas do Estado do Espírito Santo, dedicamos o tempo necessário para construir e tornar visivel para milhões de usuários ao redor do planeta.


IFES em 3D  -  Vista Aérea
( Todos os detalhes de superficie do GE foram meticulosamente mantidos)
( em 3D )


Através dos processos que já utilizamos, fotografar, preparar, planificar, e modelar, conseguimos retratar o IFES da melhor forma possivel.



Caixa Economica Federal - Agencia IFES
( em 3D )

Também precisamos considerar que o prédio administrativo do Instituto é um ponto geodésico da Rede Estadual , possui no alto um tubo de aço com a placa de identificação SAT 93703, então o modelo passa a compor a coleção ES e a coleção Rede Geodésica Estadual simultâneamente.


Diversas Edificações compõe o IFES

Teatro  e o relógio  ( em 3D )



Laboratórios Técnicos  ( em 3D )

 Quadras esportivas


A Pratica de esportes é uma parte importante do curriculo acadêmico.
( em 3D )

Os modelos em ( em 3D ) estão postados podem ser visitados na coleção ES através do link abaixo:


Nós da equipe Sketchup 3D/ES estamos aguardando a moderação aprovar os nossos modelos IFES, enquanto que preparamos outras duas edificações e as arquibancadas que estão em fase de montagem em nosso estudio 3D.


IFES



O Instituto Federal do Espírito Santo - Ifes - foi oficializado em 23 de setembro de 1909, no governo de Nilo Peçanha, denominando-se Escola de Aprendizes Artífices do Espírito Santo. A Escola foi regulamentada pelo Decreto 9.070 de 25 de outubro de 1910, com o propósito de formar profissionais artesãos, voltados para o trabalho manual - um fator de efetivo valor social e econômico - com ensino para a vida.


A partir de 1937, a Instituição - então denominada Liceu Industrial de Vitória - passou a formar profissionais voltados para a produção em série, porém com características artesanais.

Em 25 de fevereiro de 1942, o Liceu Industrial foi transformado em Escola Técnica de Vitória e, em 11 de dezembro de 1942, foi inaugurado o prédio onde funciona até hoje, sendo que à época contava com internato e externato, oficinas e salas de aula para atender aos cursos de artes de couro, alfaiataria, marcenaria, serralheria, mecânica de máquinas, tipografia e encadernação.



Em 3 de setembro de 1965, passou a ser denominada Escola Técnica Federal do Estado do Espírito Santo, Etfes, baseada num modelo empresarial.








Denominações que o Ifes já teve

1909 - Escola de Aprendizes Artífices do Espírito Santo
1937 - Liceu Industrial de Vitória
1942 - Escola Técnica de Vitória - ETV
1965 - Escola Técnica Federal do Espírito Santo - Etfes
1999 - Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo - Cefetes
2008 - Instituto Federal do Espírito Santo - Ifes



http://www.ifes.edu.br/




Em 13 de março de 1993, foi inaugurada a primeira Unidade de Ensino Descentralizada, localizada em Colatina, norte do estado.


A Escola Técnica passou a ser um Centro Federal de Educação Tecnológica - Cefet, a partir de março de 1999, o que possibilitou novas formas de atuação e um novo paradigma de instituição pública profissionalizante.


Em 12 de março de 2001, foram iniciadas as atividades letivas na Unidade de Ensino Descentralizada de Serra, oferecendo Cursos Técnicos em Automação Industrial e em Informática.


Em 2004, o Cefetes passou a ser uma Instituição de Ensino Superior, com os decretos 5.224 e 5.225, hoje substituído pelo 5.773.


Em 2005, a Unidade de Ensino Descentralizada de Cachoeiro de Itapemirim entrou em funcionamento, oferecendo o Curso Técnico em Eletromecânica e o Curso Técnico em Rochas Ornamentais, inédito no Brasil.




Em 2006, duas novas Unidades iniciaram suas atividades: a Unidade de Ensino Descentralizada de São Mateus, oferecendo o Curso Técnico em Mecânica, e a Unidade de Ensino Descentralizada de Cariacica, oferecendo o Curso Técnico em Ferrovias, inédito no Brasil e fruto de uma parceria do Cefetes com a Companhia Vale do Rio Doce.


Em 2008, foram inauguradas mais três Unidades de Ensino: Aracruz, Linhares e Nova Venécia.


Em dezembro do mesmo ano, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei nº 11.892, que criou 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. No Espírito Santo, o Cefetes e as Escolas Agrotécnicas de Alegre, de Colatina e de Santa Teresa se integraram em uma estrutura única: o Instituto Federal do Espírito Santo. Dessa forma, as Unidades de Ensino do Cefetes (Vitória, Colatina, Serra, Cachoeiro de Itapemirim, São Mateus, Cariacica, Aracruz, Linhares e Nova Venécia) e as Escolas Agrotécnicas de Alegre, Santa Teresa e Colatina são agora campi do Instituto.


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Comercio da Av. Jerônimo Monteiro ( História e 3D )


Atualmente a Av. jerônimo Monteiro possui comercio intenso, diversificado e movimentado.
( Parte do Comercio da Av. Jeronimo Monteiro em 3D )



A avenida Jerônimo Monteiro, anteriormente conhecida como rua da Alfândega, passou a chamar-se Conde D’Eu no final do Império. Com o advento da República, voltou a denominação anterior.
 cidade alta  Setor da cidade onde está o centro histórico de Vitória, localizado na parte elevada da ilha com aproximadamente 10 metros acima do nível do mar.

A rua da Alfândega estendia-se da praça João Pessoa, hoje “Correios e Telégrafos” ao Edifico Nicoletti, próximo ao Teatro Glória. Na década de 1920, a rua da Alfândega, junto com a 1º de Março, deu origem a rua Jerônimo Monteiro, alongando-se da escadaria do palácio à praça Costa Pereira. Mais tarde incorporou também a avenida Capixaba.

Era e é na Jerônimo Monteiro que concentravam-se os principais estabelecimentos comerciais. Lojas, armarinhos, bancos, bares, hotéis, cinemas, farmácias, armazéns e outros estabelecimentos, dinamizavam o comércio na principal avenida da cidade.




A imagem representa a avenida na década de 1940.

À direita vê-se a sede dos Correios e Telégrafos. No centro, os postes de iluminação e o bonde circular, que na época fazia a ligação entre a cidade alta e cidade baixa.

Controle Tecnológico do Concreto



Falar  em  controle  tecnológico  do  concreto,  significa   falar
principalmente, no controle dos materiais que fazem parte da sua composição, pois as principais “doenças” que podem afetar o concreto, estão intimamente ligadas à falta de qualidade dos materiais que o compõem.

É importante que o construtor tenha uma noção básica sobre este assunto, antes de iniciar um processo de “rodar o concreto na obra”, pois a economia, neste caso, pode se transformar em uma grande dor de cabeça.


A NBR 12654 (Controle Tecnológico dos Materiais Componentes do Concreto) dispõe sobre os ensaios que devem ser efetuados nestes materiais. Como sabemos que é praticamente impossível encontrar materiais totalmente isentos de substâncias nocivas, as normas desempenham um papel de fundamental importância, pois nos apresentam os limites de tolerância destes elementos.



Já entre as determinações da NBR 12655 (Concreto – preparo, controle e recebimento) existe a obrigatoriedade de uma dosagem experimental para concretos com resistência igual ou superior a 15 MPa.


Portanto, a contratação de um laboratório gabaritado para a execução destes serviços é de fundamental importância para quem quer fazer seu próprio concreto.

No caso de quem compra o concreto dosado em central, os encargos com os ensaios dos materiais e com as dosagens experimentais, já estão implícitos nas responsabilidades da própria concreteira. Isto não impede que o comprador faça ensaios paralelos, ou solicite para que a concreteira lhe forneça para análise, os resultados dos ensaios que ela fez em seus materiais.



Além das dosagens experimentais e dos ensaios dos materiais, o Controle Tecnológico do Concreto estabelece que sejam feitos ensaios de amostras retiradas do concreto fresco. Com mais este procedimento, está fechado o círculo dos cuidados necessários para se manter constante a qualidade exigida do concreto, sendo estes ensaios utilizados também como parâmetros para a aceitação do concreto.
Concreto é feito de cimento mais as misturas de areia e brita que são os agregados. 
Essa mistura conforme a proporção + água define o chamado traço. ( Traço de concreto ) .


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Video - Fabricação de Cimento